Conselho Regional de Química XII Região

Pesquisadores do LaboratA?rio Nacional de ComputaA�A?o CientA�fica (LNCC/MCTI) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) fizeram um depA?sito conjunto de patente associada ao desenvolvimento de molA�culas para o tratamento da DoenA�a de Alzheimer. O pedido, feito no ano passado, serA? analisado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

As molA�culas desenvolvidas na pesquisa inibem a enzima acetilcolinesterase e sA?o candidatas A� fA?rmacos. No entanto, apesar dos esforA�os, os pesquisadores esclarecem que isso nA?o significa um medicamento para o tratamento efetivo da DoenA�a de Alzheimer. Segundo eles, sA?o necessA?rios vA?rios estudos experimentais e clA�nicos para validar um composto como um fA?rmaco passA�vel de ser comercializado.

“Estes estudos, para serem viabilizados, necessitam, na maioria dos casos, de parceria com a indA?stria farmacA?utica e sA?o caros e demorados. O tempo para o desenvolvimento de um medicamento pode levar atA� dez anos”, informam os pesquisadores.

Eles acrescentam, no entanto, que o composto desenvolvido A� bastante promissor para continuar os estudos e, por isso, foi realizado o pedido de patente, visando A� proteA�A?o intelectual e, no futuro, uma possA�vel negociaA�A?o com uma companhia farmacA?utica.

Fonte: MCTI.