Nesta reta final da temporada de férias e o início do período de seca em Goiás, os dias ensolarados e as temperaturas elevadas favorecem a procura por piscinas em clubes, condomínios, academias, hotéis e residências. O aumento do uso desses espaços, no entanto, também reforça a necessidade de atenção à qualidade da água e aos cuidados envolvidos em seu tratamento.

O Conselho Regional de Química – 12ª região reforça a importância de contratar empresas que contem com Responsável Técnico Químico ou Profissionais da Química devidamente registrados no CRQ. Mais do que manter a piscina bonita, o tratamento correto é essencial para proporcionar lazer com segurança e preservar a saúde de quem utiliza esses espaços.

Com este objetivo, o sistema também divulga as diretrizes do folder “Piscina segura: o que você precisa saber”, elaborado pelo Conselho Federal de Química. Didático, o material é produzido em linguagem simples e aborda a importância do profissional da química no tratamento da água de piscinas, dicas de segurança para os banhistas, as consequências do contato da água fora dos padrões com o organismo, entre outros.

Embora uma piscina de aparência cristalina transmita sensação de limpeza, somente o aspecto visual não é suficiente para determinar se a água está adequada ao uso. O tratamento envolve processos químicos e o controle de parâmetros como cloro, pH e alcalinidade, além da aplicação correta dos produtos utilizados na manutenção. Alguns sinais podem indicar problemas.

Sinais

Água turva ou esverdeada pode estar relacionada à presença de algas ou partículas que não foram devidamente eliminadas. Já a ardência nos olhos pode ocorrer devido ao pH desregulado. Outro alerta é o conhecido “cheiro forte de cloro”, que não significa necessariamente excesso do produto, mas pode indicar a formação de cloraminas, resultantes da reação do cloro com substâncias como suor e urina.

Desta forma, a manutenção adequada é uma questão de saúde. A presença de bactérias, vírus e fungos em água inadequadamente tratada pode favorecer problemas como conjuntivites, micoses, otites, dermatites e gastroenterites. Crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade merecem atenção especial. O manuseio dos produtos utilizados no tratamento também exige conhecimento. Diferentes tipos de cloro ou outras substâncias químicas nunca devem ser misturados indiscriminadamente, pois algumas combinações podem liberar gases tóxicos ou até provocar explosões. O armazenamento deve ser feito em local adequado, protegido do sol e do calor.

O Conselho Federal de Química lançou o folder Piscina segura: o que você precisa saber. O material é didático, produzido em linguagem simples e aborda a importância do profissional da química no tratamento da água de piscinas, dicas de segurança para os banhistas, as consequências do contato da água fora dos padrões com o organismo, entre outros.

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